domingo, 11 de novembro de 2012

A Ida.






Em pleno as perdas irreparáveis: o silêncio, a dor mórbida;
Tão sérias e cegas, incuráveis, eu entendo como é sólida.
Abre a saudade, a nostalgia e a ânsia;
A felicidade trás a alegria em lembranças;
A tristeza em presente, o bem-estar em esperança,
E o calor tão ausente nesse fio frio de infância.

(Hugo Arcanjo Oliveira)


- À Geovanny Ferreira, o Gegeu.

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