O poeta abriu a
cancela para os loucos touros passarem,
Então canto meus
versos aos manequins carecas desbotados
Expostos na
vitrine da vaidade.
Entregues a
falsos sorrisos e abraços,
Somos dissimulados
ao ponto de não defendermos
O que realmente
interessa.
Se vende o voto
e de quebra a honestidade,
Se vendo o corpo
e de quebra a honestidade...
Somos fruto de
que?
Somos filhos de
quem?
Ainda se abrem
bocas para falar de injustiça!
E que justiça
nós conhecemos?
Um vírus contracultura
invade as mentes,
Somos metamorfose
do nada,
Somos zumbis de
um filme de terror real.
(Tolices de Marcos Joseph)

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